Cap. XVI - A Influência do Povo Galileu na Obra de Jesus

(01/08/2009)

E o Mestre entristecia-se verificando que o homem precisava de tão pouco para ser feliz, bastando-lhe somente amenizar o desejo cúpido e domesticar as paixões violentas, para ele ser mais venturoso e substituir os prazeres transitórios da carne pelos prazeres duradouros do espírito.

Jesus bem sabia da inutilidade e inoperância dos tratados civis, das leis e dos códigos penais, das doutrinas e das seitas religiosas do mundo que tentassem disciplinar a conduta humana, porquanto a repressão moral não educa o coração do homem! Nem o culto religioso, a disciplina filosófica, nem os conceitos avançados de ética poderiam extirpar do coração do homem as paixões e os vícios se atuassem do "exterior" para o "interior". O êxito só poderá ser do centro para a periferia, do mundo oculto para o visível, do espírito para a mente, e na forma de um sentimento tão amoroso que consiga purificar os pecados da própria alma.

[...] No entanto, reconhecia que os homens eram perversos, orgulhosos ou avaros porque também eram ignorantes e imaturos de espírito. Indubitavelmente, em vez de serem condenados ou mesmo censurados, eles precisavam ser esclarecidos ou ensinados quanto ao verdadeiro motivo da vida e a responsabilidade do espírito eterno.


Fonte: MAES, Hercílio: pelo espírito Ramatís. O sublime peregrino. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1973, p.170.

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